No dia 01/02/26, visitei o Parque das Oito Cachoeiras com a RSTrip. Nesta trilha, um bom preparo físico fez diferença. Indo, é fácil e tem bastante descida. Nem notamos isso até voltarmos. A beleza natural e selvagem valeu a pena, assim como os desafios para aqueles com maior habilidade funcional, que percebem que não é fácil buscar ajuda em ambientes como esse.
Em certos momentos, em lugares inusitados do passeio, percebi algo horrível. Trágico. Pessoas que, ocasionalmente, deixaram resíduos que aparentam estar há bastante tempo nesses locais. Garrafas, grande, média, pequena, pequenos plásticos e isopor de caixa térmica. Foi pouco, mas fez a diferença. Fiquei revoltado com isso e estou ciente de que a inteligência é a solução, enquanto a inação é o problema. Decidi pegar o que consegui e, sem usar sacola plástica como bagagem, pude deixar um montinho para que os moradores locais pudessem recolher facilmente.
Vamos fazer a nossa parte!
Respeito basta!
Há um obstáculo superável para que os bons vençam. A vergonha. Ela resulta na inação. É alimentada por pessoas maldosas que zombam e humilham para impedir a ação. Prazer sádico. Não notei a presença dessas pessoas durante a viagem. Desmerecem o trabalho de quem faz. Sabe, todo mundo pensa, alguns falam, mas poucos agem e são raros os que persistem. Sensíveis, curiosos, inteligentes em busca da solução! AG!
Há quem saia destes lugares com dívidas, empates ou créditos para o futuro!
Assuma essa conexão com o Divino!
Que as gerações vindouras reconheçam a rica beleza nisso! Preserve!
Nessas horas, Gemini não auxilia nem requer robô... Por ora...
Há quem me pergunte por que não pedi uma sacola; eu pedi! Não tinham naquele momento. Faça tua parte!
Há reparação como objetivo. A relação correcional e a punição perdem o foco, erra a causa, motivo e sentido. Gera histeria e comoção.
Dói, danifica. Há situações piores!
Para Refletir:
Uma bituca de cigarro leva, em média, de 5 a 10 anos para se decompor na natureza,
mas estudos indicam que esse tempo pode chegar a até 17 ou 25 anos dependendo do ambiente (água, solo, exposição ao sol).
Principais pontos sobre a decomposição:
Não é biodegradável:
O filtro da bituca é composto por acetato de celulose, um tipo de plástico que não se biodegrada facilmente, apenas se fragmenta.
Poluição tóxica:
Durante esse longo processo, a bituca libera substâncias químicas nocivas, como arsênico e chumbo, contaminando solo, água e ar.
Microplásticos:
O plástico do filtro se quebra em pedaços menores (microplásticos), que são consumidos pela fauna marinha e terrestre.
Impacto Ambiental:
A bituca é um dos resíduos mais descartados incorretamente no mundo, sendo considerada uma grande vilã ambiental, especialmente nos oceanos. A reciclagem de bitucas é uma alternativa, transformando-as em novos produtos, como papel e materiais de construção.
LIXO na natureza, principalmente, nem pensar!
UTiecher, 2026.
O Projeto Arara Azul, idealizado pela bióloga Neiva Guedes em 1989, busca promover a conservação das araras-azuis e da biodiversidade do Pantanal. Desde o começo, a iniciativa já contava com o apoio da Toyota e, a partir de 2009, passou a ser patrocinada pela Fundação Toyota do Brasil.
Dentre as principais atividades do Projeto estão o monitoramento de ninhos e de filhotes de araras-azuis, o manejo de ninhos naturais e artificiais e ações voltadas para a educação ambiental. Além disso, a iniciativa também organiza workshops sobre conservação e cidadania, geração de renda para a população local e conscientização para o turismo sustentável.
Devido aos esforços realizados, houve um aumento considerável na população de araras-azuis no Pantanal Mato-grossense. No entanto, por se tratar de um animal sensível às intempéries naturais e provocadas pelo homem, o trabalho deve ser contínuo e perene a fim de amenizar os possíveis impactos.
O Instituto Arara Azul, responsável pelo Projeto, também realiza outras atividades e pesquisas. Um deles é o projeto Aves Urbanas, que visa conservar as araras-canindé e outras aves que se reproduzem em cavidades de árvores presentes na área urbana.
Para o Projeto, conservar as araras-azuis e o ambiente em que ela vive e se reproduz vai além do cuidado com esta espécie. Representa, também, ganhos expressivos para toda a biodiversidade do ecossistema em que vivem
Somos uma organização não-governamental brasileira e sem fins lucrativos que trabalha para mudar a atual trajetória de degradação ambiental e promover um futuro mais justo e saudável para todos, no qual sociedade e natureza vivam em harmonia.
Para atingir esse objetivo, acreditamos no diálogo e na articulação com diferentes setores da sociedade: comunidades tradicionais, organizações locais, empresas e governo. Mas, acima de tudo, buscamos fortalecer a atuação de populações e iniciativas que estão na linha de frente da proteção dos biomas brasileiros.
O ano letivo está começando e para ajudar professores a incluir a educação socioambiental no dia a dia escolar, lançamos um conjunto de atividades pedagógicas sobre a Amazônia, baseadas na nossa série de vídeos Amazônia Explicada. As atividades consideram as competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e ajudam a investigar os temas relacionados à floresta, como o desmatamento, os povos indígenas e a questão climática, a partir de conceitos das disciplinas escolares, como biologia, geografia e linguagem.